Explosões são registradas na capital Caracas
Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, nesta madrugada. A ofensiva militar do governo de Donald Trump também atingiu instalações os estados de Miranda, Aragua e La Guaíra. Nas redes sociais, o presidente americano anunciou a captura de Nicolás Maduro e sua esposa. Ambos já teriam sido retirados de território venezuelano.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
Imagens que circulam nas redes sociais mostram fortes explosões, incêndios e colunas de fumaça no sul e no leste de Caracas, além de intenso sobrevoo de aeronaves nas primeiras horas do dia. O barulho de caças e helicópteros foi ouvido em diferentes regiões da capital. Antes de ser preso, Maduro decretou estado de emergência nacional e convocou as Forças Armadas.
As primeiras explosões foram ouvidas por volta das 02h00, tendo como alvos instalações militares estratégicas, entre elas a base aérea de La Carlota (Generalíssimo Francisco de Miranda), o Forte Tiuna e o porto de La Guaira.
O ministro da defesa da Venezuela, o General Padrino Lopez, se pronunciou após a captura de Maduro, dizendo que a Venezuela não irá se render. A vice-presidente Delcy Rodrígues cobrou provas de vida de Maduro.
Segundo informações preliminares, o ditador venezuelano foi preso por um grupo de elite da DEA, a agência antidrogas dos EUA. Uma imagem que também circula nas redes, mas sem confirmação oficial, mostra Maduro sendo carregado por agentes americanos.
Também nas redes sociais, o presidente argentino, Javier Milei, comemorou a queda de Maduro e sua prisão com seu bordão de campanha. “La Libertad avanza. Viva la libertad, carajo!”
Já o Ministério das Relações Exteriores da Rússia emitiu uma nota protocolar manifestando profunda preocupação com o “ato de agressão armada”. “Na situação atual, é importante… evitar uma nova escalada e concentrar esforços para encontrar uma saída por meio do diálogo”.







