Integrantes do núcleo duro da campanha de Flávio Bolsonaro, como Rogério Marinho, Dani Marques, Tarcísio de Freitas, Guilherme Derrite, Nelson Santini e Duda Lima, entre outros, foram pegos de surpresa com a viagem do senador para os EUA.
Ontem, eles tiveram a última reunião com o ex-candidato, no final da tarde, quando discutiram os passos seguintes para manter a oposição unida, articulando-se para a disputa pelos comandos da Câmara e do Senado, a partir de fevereiro de 2027.
Flávio apenas manifestou indignação com a ordem de Alexandre de Moraes de apreender seus passaportes, denunciando a falta de fundamentação para a medida, tomada apenas 7 minutos após o anúncio da vitória matemática de Lula, no domingo.
Após o encontro, não houve mais contato com o senador. Vários aliados passaram a manhã buscando entender o que havia acontecido, até começar a circular a notícia de que ele teria deixado o país.
EXTRAÇÃO
Como noticiamos há pouco, o empresário Simon Levy, aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, relatou no X que Flávio chegou em segurança ao território americano.
Ele também atribuiu ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a articulação da operação de extração do senador, que pretende liderar a oposição a Lula (PT) a partir dos EUA.
“Como relatei há algumas horas, Flávio Bolsonaro chegou em segurança aos Estados Unidos. O mentor dessa operação é o Secretário de Estado americano”, escreveu Levy, marcando o perfil de Rubio.
“Dos Estados Unidos, livre e em segurança, Flávio liderará a oposição contra Lula”, acrescentou. Levy é empresário e advogado mexicano, com passagem pela administração pública de seu país, onde ocupou o cargo de subsecretário de Política Turística.







