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Imprensa noticia proibição de cultos da ADVEC; igreja cancelou cultos há 20 dias

Desembargador repetiu nesta semana decisão proferida no dia 20 de março
Os cultos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), liderada por Silas Malafaia, têm sido alvos de polêmica tanto na

imprensa, como na Justiça.

Desde o começo da pandemia, o pastor tem enfatizado a importância da igreja em meio à crise e salientado que manteria a igreja aberta para ajudar os necessitados. “Só a justiça pode fechar a igreja que sou pastor”, afirmou Malafaia no dia 15 de março.

No dia 19 do mesmo mês, Malafaia acabou por suspender os cultos da ADVEC, mas manteve o atendimento aos fiéis no templo, sem aglomeração. A partir deste dia, os cultos da ADVEC são realizados apenas online.

Neste mesmo dia, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com uma ação contra a igreja pedindo tanto o cancelamento dos cultos como o fechamento total do templo, o que seria inconstitucional.

No dia 20, o juiz Marcello de Sá Baptista lembra ao MPRJ que o “poder Judiciário não pode avocar a condição de Legislador Positivo e regulamentar uma atividade” e nega o pedido feito.

O Ministério Público recorre, então, à segunda instância com agravo que é respondido pelo desembargador Sérgio Seabra Varella, deferindo a liminar, em partes. Ou seja, cancela os cultos sob pena de multa diária de R$ 10 mil, mas não ordena o fechamento da igreja.

Nesta semana, na quinta-feira (9), o processo é redistribuído e cai nas mãos do desembargador Agostinho Teixeira, que repete a mesma sentença de Varella, proferida há 20 dias.
“Jornalismo inescrupuloso”

A imprensa utilizou a decisão de Teixeira e noticiou que a Justiça havia determinado o cancelamento dos cultos da ADVEC, como se ela estivesse celebrando as reuniões, revela Malafaia.

No Youtube, o pastor criticou a Globo e seu “jornalismo inescrupuloso”. Ele afirma que não foi procurado por nenhum jornalista do grupo para falar sobre a última decisão da Justiça do Rio de Janeiro.

 

Os cultos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), liderada por Silas Malafaia, têm sido alvos de polêmica tanto na imprensa, como na Justiça.

Desde o começo da pandemia, o pastor tem enfatizado a importância da igreja em meio à crise e salientado que manteria a igreja aberta para ajudar os necessitados. “Só a justiça pode fechar a igreja que sou pastor”, afirmou Malafaia no dia 15 de março.

No dia 19 do mesmo mês, Malafaia acabou por suspender os cultos da ADVEC, mas manteve o atendimento aos fiéis no templo, sem aglomeração. A partir deste dia, os cultos da ADVEC são realizados apenas online.

Neste mesmo dia, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com uma ação contra a igreja pedindo tanto o cancelamento dos cultos como o fechamento total do templo, o que seria inconstitucional.

No dia 20, o juiz Marcello de Sá Baptista lembra ao MPRJ que o “poder Judiciário não pode avocar a condição de Legislador Positivo e regulamentar uma atividade” e nega o pedido feito.

O Ministério Público recorre, então, à segunda instância com agravo que é respondido pelo desembargador Sérgio Seabra Varella, deferindo a liminar, em partes. Ou seja, cancela os cultos sob pena de multa diária de R$ 10 mil, mas não ordena o fechamento da igreja.

Nesta semana, na quinta-feira (9), o processo é redistribuído e cai nas mãos do desembargador Agostinho Teixeira, que repete a mesma sentença de Varella, proferida há 20 dias.
“Jornalismo inescrupuloso”

A imprensa utilizou a decisão de Teixeira e noticiou que a Justiça havia determinado o cancelamento dos cultos da ADVEC, como se ela estivesse celebrando as reuniões, revela Malafaia.

No Youtube, o pastor criticou a Globo e seu “jornalismo inescrupuloso”. Ele afirma que não foi procurado por nenhum jornalista do grupo para falar sobre a última decisão da Justiça do Rio de Janeiro.

“Bandidos! Não me deram direito de me defender, para eu não desmascarar essa tentativa de dizer que o juiz fechou minha igreja ontem”, esbravejou o pastor em seu canal do Youtube.

Para ele, a Globo queria denegrir sua imagem diante da opinião pública e aconselhou seus ouvintes a “não dar crédito a esse jornalismo”. “Você tá comendo comida podre de uma imprensa parcial”, concluiu.

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